quem sabe eu raspe minha cabeça e acerte os ponteiros do relógio em cima da mesinha que
há meses está atrasado.
paro de escrever e espalho-me pela casa.
vejo o amarelo estampar minhas roupas.
meu signo talvez.
embora eu não creia nisso... e aonde está a veemência em mim?
preciso me agarrar a algo... lutar por uma luta.
meu irmão acaba de entrar na cozinha.
ele sabe... eu não.
a objetividade não é necessária em minhas palavras...
leia-me e traduza à sua forma.
ah, meu caro...
paro de escrever e espalho-me pela casa.
vejo o amarelo estampar minhas roupas.
meu signo talvez.
embora eu não creia nisso... e aonde está a veemência em mim?
preciso me agarrar a algo... lutar por uma luta.
meu irmão acaba de entrar na cozinha.
ele sabe... eu não.
a objetividade não é necessária em minhas palavras...
leia-me e traduza à sua forma.
ah, meu caro...
estamos em órbitas diferentes
basta olhar para meus pés encardidos e pros seus, nunca descalços.
vou até a pia lavar as louças mas estão todas limpas.
olho o varal através da janela e me faço vento.
sinto os pêlos em meus braços se manifestarem.
o ar me invade e se liquefaz, deslizando em meu rosto estremecido.
lágrimas...
lágrimas que mostram que eu havia me agarrado a brevidade...
basta olhar para meus pés encardidos e pros seus, nunca descalços.
vou até a pia lavar as louças mas estão todas limpas.
olho o varal através da janela e me faço vento.
sinto os pêlos em meus braços se manifestarem.
o ar me invade e se liquefaz, deslizando em meu rosto estremecido.
lágrimas...
lágrimas que mostram que eu havia me agarrado a brevidade...
É...
ResponderExcluirSer "filho do vento" tem suas desvantagens.
Mas as vantagens superam.
caraca.....adorei sua linhas desalinhadas. Pa ra béns.
ResponderExcluirÓtimo texto! Muito bom mesmo!
ResponderExcluirhttp://maynabuco.blogspot.com
Posso vir mais vezes?
ResponderExcluirEntão tá.
http://wwwmrking.blogspot.com/